Do in√≠cio…primeiros sentidos…

“O quanto a vida √© capaz de inspirar? Ser√° que, ao observ√°-la, aprende-se, ou reaprende-se, a respirar mais e melhor? Ou a alternar: inspirar, expirar?”

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“Acorda-se com √Ęnsia de vida mas a chuva, l√° fora, e o trabalho, l√° dentro, te aguardam, assim, sem rimas. √Č amigos, a paix√£o tem de esperar e nem sempre gera poesia…”

Ou a alternar: inspirar, expirar?”

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“Curta um saud√°vel “queijo branco”, que te alimenta e que, bem temperado, lhe manter√° satisfeito e feliz. Mas n√£o deixe de ter paix√£o pela vida, mirando aquele “queijinho amarelo”, que parece delicioso, pendurado, mas que voc√™, como um ratinho na esteira, jamais ir√° alcan√ßar. Corra sempre, jamais desista deixando-se enferrujar, engordar e morrer. Escolha seus sonhos. Sinta-se vivo. Voc√™ poder√° nunca viver a vida, em toda sua plenitude, mas aproveite a beleza do caminho!”

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